LÍBERO LUXARDO

Foto: Luiz Braga

Foto: Luiz Braga

Líbero Luxardo realizou entre 1932 e 1973 sete filmes longa-metragem, três no Ciclo Matogrosense, Alma do Brasil (1932), Caçando feras (1936) e Aruanã (1938), e quatro no estado do Pará, em seu Ciclo Amazônico, Um Dia Qualquer… (1965), Marajó – Barreira do Mar (1966), Um Diamante e Cinco Balas (1968) e Brutos Inocentes (1973).

Líbero Luxardo foi o pioneiro na realização de longas-metragens no Pará. Realizou, entre as décadas de 1950 e 1970, dezenas de documentários jornalísticos (cine-jornais) e quatro longas-metragens, sendo até os dias de hoje os únicos filmes de longa duração realizados no Pará. Esta filmografia hoje faz parte do acervo do Museu da Imagem e do Som do Pará, sendo nosso mais importante patrimônio fílmico.

Crônica de Líbero na Revista Pará Ilustrado na década de 1940, pouco após sua chegada no Pará.

 

Matéria na Revista Espaço na década de 1970, escrita supostamente pelo próprio Líbero.

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