JAMCINE

jamcineNo fim do ano de 2010, desencadeado pelo projeto EXTIMAÇÃO, iniciou-se um processo de experimentação entre vídeo e performance, que mais tarde seria intitulado JAMCINE: duelo estético a partir do confronto trinário câmera-atuante-cidade, olho-corpo-pedra, máquina-espírito-matéria. Instrumentos em riste, tendo como limite a liberdade da improvisação a partir do tema, e como elo a eloqüência no jogo caótico, na realidade do presente alucinou-se a busca de uma unidade-obra, antes diluída em vida. Um feixe de luz sem corte – um plano-sequência – se eternizou, sete vezes, em sete espaços, tipicamente belenenses: a Av. Presidente Vargas, o Parque de diversões ITA, o Ônibus Satélite/F. Patroni, a Floresta Amazônica, a Universidade Federal do Pará,o Ver-o-Peso e o bairro do Reduto. Efêmero e eterno o imã da paisagem atraiu o olhar através da imagem. (fonte: JAMCINE)

 

SOBRE O QUALQUER QUOLETIVO

Teoricamente o qUALQUER qUOLETIVO é o que Felix Guatarri chama de “agenciamentos coletivos de enunciação” ou um quoletivo em eterno estado de nascimento, cada agenciamento sugere um nova formação desse quoletivo; quoletivo ; quoletivo com “qu” para enfatizar a eterna duvida do que nos compõe e do que queremos dizer; qualquer para sugerir que saíamos de um autoridade estética para um alteridade poética, no inquociente quoletivo habitamos e nos apropriamos de qualquer um ou qualquer coisa, sendo assim, tudo e todos que julgarmos necessários para nos integrar, serão nossos e nós deles, pois não existe ação que não determine uma relação.

Praticamente o qUALQUER qUOLETIVO se engendra socialmente através de execuções em diversas linguagens artísticas > áudio visual> cinema> artes visuais> literatura> cênicas> novas linguagens; tem observado e atuado politicamente na cidade de Belém com proposições na rua. Intervenções Urbanas; Cinema Improviso; Performances de Rua; entre outros tipos de rituais. Utilizando-se sempre de nossa matéria prima corporal para o mesmo.

Este texto não é teoria, é prática.

Intervenções e ocupações urbanas (habitar-te e extimação) exibições marginais e discussões públicas de filmes e construções literárias; tem buscado refletir com os desejantes, arte e política em seu grupo de estudos livre de arte no agora, idealizou e promoveu o encontro híbrido de ações-linguagens e pensares artísticos, o diluidades.
Não existe liberdade individual sem liberdade quoletiva, sem liberdade não há existência. Eu acreditamos no acaso. Não apenas individualizar o quoletivo mas quoletivizar o individual é.

“…é preciso dizer como habitamos o nosso espaço vital de acordo com todas as dialéticas da vida, como nos enraizamos, dia a dia, num “canto do mundo”
Gaston Bachelard em A Poética do Espaço

FONTE: QUALQUER QUOLETIVO

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s