Alberto Bitar

FILME DO MÊS // ABR.2017 – “ENQUANTO CHOVE” DE ALBERTO BITAR E PAULO ALMEIDA

ENQUANTO CHOVE 2003, Belém, PA

Direção, Roteiro, Edição e Montagem: Alberto Bitar e Paulo Almeida
Produção: Maria Christina e Pékora Cereja
Designer de Som: Leo Bitar

Cor: Colorido, Formato: DV, Duração: 18min.

Elenco: Bob Menezes, Pékora Cereja, Adriano Barroso, Ailson Braga, Flavya Mutran, Silvana Saldanha, Jeferson Cecim, Abdias Pinheiro.

Enquanto Chove

Sinopse: 12 histórias que focalizam o cotidiano, que se interligam pela chuva e por acontecimentos fortuitos. Inspirado em livro homonimo, as histórias são marcadas pela sensualidade, pela a solidão e pela busca do amor. Música e imagens se fundem para criar uma atmosfera de caos e poesia.

Comentários: Inspirado no livro de contos «Enquanto chove» de Ailson Braga. Melhor Vídeo no 2o Festival de Belém do Cinema Brasileiro. Resultada da bolsa de criação artística do Instituto de Artes do Pará.

Filme do mês // Mai.2015 – Bom dia / Nanna Reis

Bom dia / Videoclip de Nanna Reis.

Belém, 2015. 4 min.

maxresdefaultDireção: Lucas Escócio e Gareth Jones; Produção: Sandro Santarém, Paulo Afonso, Alfredo Reis; Produtora: Alt Produções; Animação: Gustavo Estrada; Ilustração: Yuri Santos; Elenco: Nanna Reias, Mestre Damasceno, Maria Eduarda Begot; Make up: Amanda Pris; Figurino: Jhonatan Camêlo; Filmado em Salvaterra e Soure (Ilha do Marajó / Pará / Brasil).

 

Filme do mês // Fev.2015 – Sobre distâncias e incômodos e alguma tristeza

Sobre distâncias e incômodos e alguma tristeza

Belém, 2009. 6 min.

Direção, fotografia, som e edição: Alberto Bitar

O deixar para trás de um sítio impregnado de lembranças, sonhos, desejos, segredos ditos em sussurros, revelados aos gritos ou outros que continuam segredos, o abandono de um lugar onde a coleção de determinados objetos faz sentido e onde a arrumação e a escolha destes, apesar de alguma alteração, guardam o gosto e a memória de pessoas que já não estão presentes – saíram da cena antes.
Captura de tela 2015-02-05 11.28.21Que atores virão? Que novos sentimentos se somarão aos que já carregam essas paredes? Talvez de mesma natureza, talvez outros. Que camadas serão alteradas no chão? Que luzes preencherão esse vão? Em que retinas tantas imagens escreverão? Quantas imagens? Especulações.
A certeza que tenho é que levo também impregnadas em mim todas essas sensações, essas lembranças – mesmo que muitas adormecidas – e que torço consiga transmitir para os próximos cenários as mesmas boas impressões e que me sinta em casa.
Saudades desse teatro e da paisagem que o envolve.
Além de contribuir com essas minhas recordações, este filme tem a finalidade de ser um tributo a todos esses momentos vividos e a todas as pessoas que compartilharam por qualquer tempo que tenha durado, esse ambiente.

Alberto Bitar

alberto bitarAlberto Bitar nasceu em 1970, vive e trabalha em Belém (PA). Formado em Administração pela Unama (Belém). Iniciou sua trajetória como fotógrafo em 1991, reunindo exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior, dentre as quais: 30ª Bienal de Arte de São Paulo (2012); 32º Panorama da Arte Brasileira, MAM/SP (São Paulo, 2011); Rumos Artes Visuais, Instituto Itaú Cultural (São Paulo, 2008/2009); Densidentidad, IVAM (Valência, 2006); Une certaine Amazonie, Salon du Livre et de la Presse Jeunesse (Paris, 2005); e Brasiliana – Fotógrafos da Fotoativa (Porto, 2000). Ganhou, em duas ocasiões, o Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia (2012 e 2010); em sete, o Salão Arte Pará (Belém, 1997–2011), entre outros. Possui obras em diversos acervos, como na Fundação Biblioteca Nacional (Rio de Janeiro), no MAM/BA [Salvador], na Coleção Pirelli/MASP de Fotografia, no MAC/USP e no MAM/SP, na Coleção FNAC Brasil, no MACRS e no MARGS [Porto Alegre]. (Fonte: Kamara Kó)

Alberto Bitar

Alberto Bitar nasceu em Belém do Pará em 1970. É formado em Administração de Empresas pela Universidade da Amazônia – UNAMA. Começou a trabalhar como fotógrafo em 1991 e desde 1992 vem desenvolvendo ensaios pessoais em baixa velocidade e, atualmente, é reporter fotográfico freelancer.

Participou de vários salões de arte e concursos de fotografia, tais como o Salão de Pequenos Formatos da UNAMA, o Salão do Museu de Arte Moderna da Bahia, Salão Arte Pará, Salão Internacional de Fotografia “Abelardo Rodrigues Antes” em Havana/Cuba, Concurso Cidade de Santa Maria, Concurso Detalhes de Belém, entre outros.

Em 1996 foi selecionado para participar do projeto ANTARCTICA ARTES COM A FOLHA, sobre o panorama da produção de jovens artistas emergentes do Brasil, integrando uma grande exposição coletiva paralela à Bienal internacional de Arte de São Paulo/SP.

Realizou em Belém as Exposições individuais de fotografia Solitude e Hecate respectivamente em 1994 e 1997.

Em 2002 ganha o prêmio especial do Salão Arte Pará pelo vídeo Doris, realizado em conjunto com os artístas Paulo Almeida e Leo Bitar. Em 2003 recebe a bolsa do Instituto de Artes do Pará para realização do curta Enquanto Chove, todo feito com fotografias e inspirado no livro homônimo de Ailson Braga.

Alberto Bitar
afbitar @terra.com.br
tel: 55 91 3242-0726 / 9603 9540

Filmes:

Dóris, 2001.

Enquanto Chove, 2003.

Quase todos os dias…São Paulo, 2009.

Fonte: Cultura Pará