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Filme do mês // Dez.2015 – “Outubro.Segundo Domingo” de Larissa Ribeiro

12291063_1273687232658287_7399152472181591060_oCompartilhar vídeos é um gesto de afeto e uma intuitiva ação de preservação da memória. Tive a prova dessa constatação no no dia 09 de Dezembro quando assisti no Cinema Olympia, que dispensa argumentos de sua importância histórica e cultural em Belém, a primeira exibição pública do documentário colaborativo “Outubro. Segundo Domingo” de Larissa Ribeiro com produção da Rede Cultura de Comunicação. Foi uma sessão emocionante pra mim e não apenas por conta do apelo do Círio de Nazaré, tema que nunca se esgota tamanha a complexidade da manifestação, mas por ver na grande tela do cinema um sucessão de vídeos em sua maioria gravados por dispositivos móveis. Carregam em sua poética uma subjetividade e uma naturalidade que uma equipe de cinema dificilmente consegue apesar de muitas vezes ter uma imagem tremida e um som ruim, gerando a dúvida entre a exclusão e o compartilhamento da nossa memória.  Nesse sentido escolher compartilhar é escolher guardar.

Nunca se fez tanto vídeo e nunca os processos de realização e distribuição audiovisual foram tão democráticos. São milhões por dia subindo para a nuvem e para as redes sociais, muita tosqueira claro, mas também culinária, games, ativismos, festa de aparelhagem, denúncias, gatinhos fofos e bebês comendo papinha. Pra que tanto vídeo meu Deus?! Para que nos (re)conheçamos enquanto gente, que vive em um mundo sem luz direcionada e rebatida, sem microfone de lapela, sem decoração de set, maquiagem ou figurinista. Esses vídeos reunidos no filme de pouco mais de 25 minutos de Larissa Ribeiro contam a história da nossa época e cada um deles encadeado nesta narrativa diz muito sobre nós enquanto gente. A provocação do filme era compartilhar vídeos com a hashtag #meucirioeassim ou enviar na plataforma do projeto http://ciriodoc.com.br/. Essa dinâmica proposta podia funcionar, ou não. E funcionou.

O filme feito a partir do projeto se destaca tanto pelo ineditismo da proposta quanto pela desmitificação do documentário audiovisual formal, coisa que Eduardo Coutinho fez de forma contundente ao revelar o bastidor da própria produção, e pela ousadia de romper, ou pelo menos não ter medo de tentar, com um padrão estabelecido pela ficionalização do documentário. Outro grande mérito do filme é ser um dos poucos exemplos de cinema de arquivo em nossa filmografia, que encara o todo o espectro da produção audiovisual como matéria prima de sua realização, uma opção narrativa que diz muito sobre a capacidade do realizador como pesquisador, se desprendendo de uma estética, uma gramatica própria, pra desvendar os subterrâneos das imagens.

Pedi pra Larissa responder duas perguntas sobre esse processo.

Como surgiu ideia, o desafio de propor um filme sem câmera, de arquivo, contando com as imagens de colaboradores?

O projeto está baseado no “Life in a Day”, doc sobre um dia na vida do planeta terra, feito com material de pessoas do mundo todo, produzido pelo Ridley Scott. Mas esse é um produto de muitos. É que quando a tecnologia vira hábito a gente acaba acostumando a não pensar sobre ela, porque é cotidiana pra gente. É aquele velho exemplo da criança que tenta manusear a revista como se fosse uma tela touch. A tecnologia é uma forma, que se molda ao uso que fazemos dela. Acredito profundamente nas experiências. Criar é sobre experiências. A sua e a do outro e como elas podem conversar entre si. Elevamos isso a uma grande potência quando apertamos em compartilhar. É o que tento buscar nos meus projetos. É o que busco aprender. Contar dessas novas formas é um caminho sem volta e é incrível percorrê-lo. E foi muito especial que a iniciativa de concretizar um projeto dessa tipo tenha vindo de uma emissora pública, a TV Cultura. As experimentações devem nascer nesses espaços. Então a pergunta com esse projeto foi : o que pode sair da experiência de cada um? Não tinha a menor ideia. Se seria um curta, um longa, um videoclipe. A linguagem é líquida. O bom então foi poder provar. Óbvio que quando você constrói esses projetos, especialmente pelo tempo curto de pós produção que já sabia que teria, é tentar acertar no modo como você pede. Ter uma linha básica. A nossa foi uma muito simples: a cronologia. Meia noite a meia noite. O mais bacana foi conversar com as pessoas e ver o nível de identificação delas. Muitas falaram isso. Porque um pouco cada um sentia um pedaço do seu próprio Círio nas histórias que estavam ali.

Como foi o processo de curadoria e edição desse volume de imagens brutas?

Foi assistir muita e muitas vezes o material bruto. Levantar e fazer outra coisa, para poder pensar melhor. Retomar o trabalho e pouco a pouco ir encaixando as peças. Aqui a cronologia foi importante porque ajudou muito a dar a base. Muito importante também mostrar, outros olhares que te ajudam a ver o que não vês mais. Escutar a opinião do outro e seguir. Depois aquela velha pena de deixar uma imagem boa de fora, mas saber que talvez ela não contaria o que precisas em determinado momento. Mas está ai. Depois fiquei pensando que uma experiência bacana seria disponibilizar o material bruto e ver que cortes as pessoas fariam do filme. O mundo é mash up, não? A edição que cada um pode dar. Mas isso já é outro projeto (risos). Acredito que fica é o motor da experiência. Saber que podemos provar esse método com muitos outros assuntos e sobretudo seguir experimentando.

Sobre a realizadora:

Larissa Ribeiro é Transmedia Storyteller e Produtora Audiovisual. Integrante da primeira geração do Curso de Televisão e Novos Meios, da prestigiosa Escola Internacional de Cine e TV de San Antonio de los Baños, Cuba (EICTV). Graduada em Comunicação Social – Jornalismo, pela Universidade Federal do Pará, região amazônica do Brasil, aonde foi produtora, roteirista e diretora na TV Cultura do Pará. Trabalha com desenvolvimento de projetos para Cinema, Televisão, Internet, além de produtos híbridos e multiplataforma.

 

 

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Fusca 2015

 Confira a mostra oficial do FUSCA 2015. Foram 24 Inscritos no FUSCA 2015. Confira a lista completa e a mostra oficial do Festival.

FICÇÃO
PAULO HENRIQUE ALVES – “FILHOS DA RUA”
ROMÁRIO FERNANDES – “O QUE VOCÊ FARIA POR AMOR”
LUCIANA MONTEIRO – “ENTRE A PAZ E O PERIGO”
GILSON SILVA – “HORAS”
SIDCLEITON ALVES – “MÃE MATINTA”
GILMAR MIRANDA PRETTI – “O AUTO DA NAZINHA”

DOCUMENTÁRIO
LEONARDO AUGUSTO – “SEBÁ TAPAJÓS E O STREET RIVER”
MATEUS ALMEIDA- CORDÃO DA BICHARADA DO MESTRE ZENÓBIO
KAMILA NASCIMENTO – “MARGARIDAS DO PARÁ: GUARDIÃES DA DIVERSIDADE”
PAULO LEONARDO SILVA – “SOCIEDADE HIPERMODERNA”

VÍDEO PUBLICITÁRIO
LUCAS MORAGA (UNAMA)- INDIE ART
KÁSSIO GEOVANE – “FADO MESTIÇO”

VÍDEO NINJA
LEONARDO AUGUSTO – “SAMPLEADOS”

VIDEO CLIPE
JEFFERSON CUNHA – “DANIEL LIMA – LENÇÓIS DE CETIM”
CARINE MOARA – “VIVIANE BATIDÃO GRITO SEU NOME”
TAINAH VILHENA – “A POBREZA”
PATRICK CARVALHO – “BEM MELHOR”
FÁBIO CADETE – “SOU PARÁ POP”
GILMAR PRETTI – “EDUARDO E MÔNICA PARAENSE”

 VÍDEO MINUTO
MATEUS ALMEIDA – “ELSA”
LAÍS CARDOSO – “PSICONAMORADA”
LUCAS MORAGA – “MARTES”
JÉSSICA MENEZES – “O DESPERTAR”
JONAS AMADOR – “UM MINUTO”

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Teaser de “A ORLA” novo filme de Mateus Moura

Captura de tela 2015-11-17 16.27.17Sinopse
“Orla” narra a estória de um assassinato em plena orla de Icoaraci. Wanderlei vem “acertar as contas” com Ramon, ex-bandido e traidor nato. A caminhada que precede o crime é acompanhada de um diálogo esclarecedor e enigmático, que revela e oculta as causas e as nuances da relação destes “velhos companheiros”.

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Filme do mês // Out.2015 – ERNANI CHAVES – ALÉM DO MURO de Darcel Andrade

Uma homenagem  ao professor e cineasta Darcel Andrade, o filme do mês é um documentário em forma de diálogo entre o realizador e o filósofo Ernani Chaves que narra um percurso histórico, filosófico e poético por Berlim.

Título “Ernani Chaves Além do Muro __ Memórias de um Filósofo em uma Alemanha de mudanças”, Documentário, Produção: Uni Escolas Cinema. Diretor/ Produtor: Darcel Andrade.  Roteirista: Ernani Chaves. Editor/montador: Sávio Palheta. Diretor/músico: Artista de Rua em Berlim. País, Região, Estado de Origem: Brasil e Alemanha. Ano de Produção: 2013. Duração:
33 min.

SINOPSE:
“Ernani Chaves – Além do Muro: Memórias de um Filósofo em uma Alemanha de Mudanças”, gravado em Berlim em janeiro de 2013, na oportunidade em que este filósofo brasileiro, nascido na cidade de Soure, Ilha do Marajó, Pará, Amazônia, completa 25 anos de pesquisa Foucoaultiana na Europa e Brasil, dialogando com Walter Benjamim e Nietzsche. O filme fez uma pré-estreia na programação de lançamento do livro ‘Michel Foucault e a Verdade Cínica’, em novembro do mesmo ano em Belém, com a participação de uma seleta plateia de pesquisadores, fãs e críticos de cinema. O filme é um encontro de duas percepções que se complementam como pintura e moldura na harmonia de um diálogo entre o protagonista Ernani Chaves e o diretor e produtor Darcel Andrade. O primeiro é narratário que descreve Berlim a sete graus abaixo de zero e que serviu de cenário com seus personagens históricos na lembrança de filmes clássicos como ‘Asas do Desejo’, ‘O Céu sobre Berlim’ e outros, os quais revelam uma Alemanha de transformações, alvo do pensamento de filósofos contemporâneos e cineastas, sendo Wim Wenders um deles; o segundo é um realizador audacioso e aprendiz que faz do seu cinema instrumento de conteúdos com temáticas sociais ao utilizar uma simples hand cam, e consegue captar os nobres sentimentos do filósofo e sua relação afetiva com a cidade de Berlim. As memórias aqui reveladas, são materializadas com vozes e inserções de clássicos do cinema mundial.

Sobre o realizador

photoDarcel Andrade

Doutoramento em Antropologia na Universidade Técnica de Lisboa, com estudos específicos em Migrações Transnacionais, Desigualdades e Cidadania, Poder, Cultura e Identidades, Modelos de Desenvolvimento Econômico, Métodos Qualitativos em Pesquisa, Projetos de Pesquisa; na mesma Universidade, é colaborador das linhas de pesquisa em Mobilidade, Cidadania e Desenvolvimento – do Laboratório de Pesquisa MobCid, do Instituto Superior de Ciências Sociais e Polítcas – ISCSP/UTL; No Brasil, Doutoramento como Aluno Especial nas disciplinas de Antropologia Social e do Desenvolvimento e Gestão Ambiental pelo Núcleo de Estudos Avançados da Amazônia da Universidade Federal do Pará – NAEA/UFPA; Na mesma Universidade, Doutoramento como Aluno Especial nas Disciplinas Análise do Discurso Narrativo e Linguagem e Interpretação: uma introdução ao projeto teórico de Clifford Geertz no Instituto de Filosofia e Antropologia; Mestrado em Educação na Linha de Pesquisa Saberes Culturais e Educacionais da Amazônia, pela Universidade do Estado do Pará – UEPA; tem três Especializações: SEMIÓTICA E CULTURA VISUAL – UFPA; DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – PUC Minas; e RECURSOS HUMANOS EM EDUCAÇÃO pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE; graduação em EDUCAÇÃO ARTÍSTICA, com habilitação em Artes Plásticas e Licenciaturas Plena e Curta, pela Universidade Federal do Pará. Atuou como docente da Escola Superior Madre Celeste – ESMAC; Atualmente é colaborador do Grupo de Pesquisa Cultura e Memórias Amazônicas da Universidade do Estado do Pará – CUMA/ UEPA, e Coordenador Executivo do Projeto de Educação Audiovisual e Extensão Cineclubista Uni Escolas Cênicas de Teatro e Cinema, da mesma Universidade, Capus Vigia de Nazaré; faz parte do Grupo de Pesquisa em Educação Rural da Amazônia – GEPERUAZ – UFPA e realiza projetos de formação no Núcleo de Educação Popular Paulo Freire; é docente de Instituições do Ensino Superior – IES dos Estados do Pará e Paraná, onde ministra as disciplinas de Metodologia de Pesquisa, Didática, Ética e Humanizaçã; tem experiência na área de cinema e teatro com prêmos nacionais e regionais; é produtor independente de filmes de caráter socioeducacional, documentário e ficção, com temas do imaginário do homem amazônico, rural e urbano, com foco antropológico e educacional em escolas e comunidades. Estuda Linguagem audiovisual; saberes do homem marajoara no Museu do Marajó, Amazônia Brasil. Mais, verificar no endereço: http://www.uniescolascinema.blogspot.com

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Toró – 1º Festival Audiovisual Universitário de Belém

10940613_1923502874540777_8789217935654538998_nO Toró – 1º Festival Audiovisual Universitário de Belém é voltado para a produção audiovisual de estudantes universitários e alunos de escolas de cinema e audiovisual. Tem como objetivo a difusão de obras audiovisuais realizadas no meio acadêmico do país, permitindo acompanhar o que vem sendo produzido atualmente. O festival abrangerá diversas categorias – documentário, ficção, experimental, animação, videoclipe, videodança e webfilme – a fim de contemplar a diversidade de formatos presentes na produção audiovisual contemporânea, em permanente processo de expansão.

O 1º Toró acontecerá de 24 a 29 de novembro de 2015, no Centro Cultural Sesc Boulevard, e contará com mostra competitiva, mostrasparalelas, oficinas e workshops na área de cinema e audiovisual. Ocorrerão, também, mostras itinerantes através de parcerias com coletivos existentes nos diversos bairros da cidade de Belém, em que serão exibidos os filmes realizados pelo NUPA, filmes premiados em outros festivais universitários, e os filmes vencedores do festival.

O festival é uma realização do Núcleo de Produção Audiovisual – NUPA, projeto de extensão criado em 2011, no âmbito do Curso de Cinema e Audiovisual, da Universidade Federal do Pará, em parceria com o Sesc Boulevard. Nesta nova etapa, o projeto se concentra na fase de difusão das obras audiovisuais, através da realização da primeira edição do Toró, que exibirá uma parcela produções audiovisuais representativas do que vem sendo realizado pelos estudantes universitários do país.

12246961_1939539292937135_4641646937605291073_nPROGRAMAÇÃO

TERÇA-FEIRA (24/11/2015)

18h – ABERTURA DO FESTIVAL

19h – SESSÃO DE FICÇÃO
– Tejo Mar (2013) de Bernard Lessa / Ficção / 21′ / Rio de Janeiro-RJ / UFF
– Paixão Nacional (2015) de Jandir Santin / Ficção / 17’17’’ / Curitiba-PR / FAP-UNESPAR
– Entre Nós (2015) de Maciel Fischer / Ficção / 15’41” / Pelotas-RS / UFPEL
– MIMIMI (2015) de José Maria Pinheiro de Souza Neto / Ficção / 07’27” / Belém-PA / UNAMA
– Uma bolha no pé esquerdo de Nina (2015) de Rodrigo Faustini / Ficção / 20′ / Campinas-SP / UNICAMP

QUARTA-FEIRA (25/11/2015)

15h – SESSÃO DE VIDEOCLIPE E ANIMAÇÃO
VIDEOCLIPE
– Maraú – Ter Mar (2015) de Gabriella Barros / Videoclipe / 3’35” / Belém-PA / UNAMA
– Reaching for the moon (2015) de Laís Rupf / Videoclipe / 2’27” / Belém-PA / UFPA
– Eu Quero Cerveja (2014) de Woltaire Masaki / Videoclipe / 4’47” / Belém-PA / UFPA
– Oswald Canibal – Henry Burnett (2014) de Rodolfo Pereira / Videoclipe / 5’16” / Belém-PA / UFPA
– Redenção – Álibi de Orfeu (2014) de Yasmin Pires / Videoclipe / 5’10” / Belém-PA / UFPA
– Born to Be – What I Feel (2015) de José Maria Neto / Videoclipe / 03’50” / Belém-PA / UNAMA
– Fuja de si (2015) de Ediago Quincó / Videoclipe / 03’24” / BELEM-PA / UNAMA

ANIMAÇÃO:
– Mulher do Táxi (2015) de Angela Carolina Matos Rodrigues; Erick Stephan Freitas da Silva; Watson de Sousa Costa Junior / Animação / 04’35” / Belém-PA / FAPEN
– Nosferatu Stop Motion (2015) de Victória Costa e Yasmin Pires / Animação / 03’01” / Belém-PA / UFPA
– ME? (2015) de Rafael Dayon / Animação / 01’14” / Caruaru-PE / UFPE
– Metamorfose (2014) de Ana Cláudia Miranda, Jéssyca Cordeiro, Juraci Macino, Lorena Campos, Marina Santos, Shirley Vanzeler / Animação / 01’24” / Belém-Pa / UEPA
– O Diário de uma terra chamuscada (2015) de Vinícius Angelus / Animação / 3’48” / João Pessoa-PB / UFPB
– Home sweet Home (2014) de Caled Garcês / Animação / 01’25” / Belém-PA/ UFPA

16h – SESSÃO DE WEBFILME E VIDEODANÇA
WEBFILME:
– Plácido (2014) de José Maria Pinheiro de Souza Neto / Webfilme / 2’57” / Belém-PA / UNAMA
– 2101 (2015) de José Maria Pinheiro de Souza Neto /Webfilme / 4’29” / Belém-PA / UNAMA
– Bula (2015) de Robson Reginato / Webfilme / 8′ / Curitiba-PR / Colégio Estadual do Paraná

VIDEODANÇA:
– A Que Chamamos Aurora (2014) de Gabriela Burck / Videodança / 05’36” / Porto Alegre-RS / UNISINOS
– Rebuçado (2015) de Felipe Cortez e Danilo Bracchi / Videodança / 07’50” / Belém-PA / IESAM/Estácio

17h – SESSÃO DE DOCUMENTÁRIO
– De que lado me olhas (2014) de Carolina de Azevedo e Elena Sassi / Documentário / 15′ / Porto Alegre-RS / UNISINOS
– Habita-me se em ti transito (2014) de Claudia Rangel / Documentário / 22′ / Juiz de Fora-MG / UFJF
– Invisível (2015) de Diego de Jesus / Documentário / 23′ / Caricica-ES / UFES
– Tocando Meu Destino (2015) de Dandi Queiroz; Juka Morgado / Documentário / 14’57” / São Vicente-SP / Centro Universitário Monte Serrat – UNIMONTE
19h – SESSAO DE FICÇAO
– Outono Celeste (2015) de Iuri Minfroy / Ficção / 11’25” / Pelotas-RS / UFPEL
– Nua por Dentro do Couro (2014) de Lucas Sá / Ficção / 21′ / São Luís-MA e Pelotas-RS / UFPEL – Universidade Federal de Pelotas
– Guia Prático Para Escolher O Sofá Dos Seus Sonhos (2014) de Marcelo Engster / Ficção / 14′ / Rio de Janeiro-RJ / Escola de Cinema Darcy Ribeiro
– DOIS LADOS (2015) de Cesar Bournier / Ficção / 28’14” / Rio De Janeiro-RJ / Escola De Cinema Darcy Ribeiro

QUINTA-FEIRA (26/11/2015)

15h – SESSÃO EXPERIMENTAL
– Teia Engole Aranha (2015) de Camila Albrecht e Takeo Ito / Experimental / 20′ / Pelotas-RS / UFPEL
– Quarteirão (2015) de Bethânia Salgado / Experimental / 5’09” / Belém-PA / UFPA
– CORÇO (2015) de Rafael Vascon / Experimental / 07′ / Recife-PE / UFPE
– As Paredes Invisíveis (2015) de Rodrigo Hubert Leme / Experimental / 8’42” / Niterói-RJ / UFF
– A Bicicleta de Kant (2015) de L. H. Girarde / Experimental / 08′ / Vitória da Conquista-BA / UESB
– Parassonia (2014) de João Marciano Neto / Experimental / 05:’55” / São Félix-BA / UFRB
– Homorragia (2015) de Lorena Arouche / Experimental / 7′ / Recife-PE / UFPE
– Maria das Aguas (2015) de Bruno Vinelli / Experimental / 6′ / João Pessoa-PB / UFPB
– Tá em casa (2015) de Raphael Duque e Dime França / Experimental / 7’10” / Belém-PA / UFPA
– Sentimentalidade Trivial (2015) de Coletivo 2Lados / Experimental / 02’58” / Belém-PA / UNAMA
– Baixo-ventre (2015) de Bárbara Pastana e Luisa Brasil / Experimental / 03’22” / Belém-PA / Estácio Belém

17h – SESSÃO DE DOCUMENTÁRIO
– Madrepérola (2014) de Deise Hauenstein / Documentário / 14’55” / São Leopoldo-RS / UNISINOS
– Sobre Rodas (2015) de Beatriz Santos; Walteer Henri / Documentário / 15′ / São Vicente-SP / Centro Universitário Monte Serrat – UNIMONTE, Santos (SP)
– A Lama e o Sal – conhecimento e conflito na RESEX Mocapajuba (2015) de Halden Monteiro, Líria do Vale e Marcelo Tavares / Documentário / 18’28” / Belém-PA / UFPA
– Transformações (2015) de Paulo Corrêa / Documentário / 08’17” / São Vicente-SP / Centro Universitário Monte Serrat – UNIMONTE, em Santos
– Sob os Pés (2015) de Juliana Segóvia e Neriely Dantas / Documentário / 20′ / Cuiabá-MT / UFMT

SEXTA-FEIRA (27/11/2015)


17h – SESSÃO DE DOCUMENTÁRIO
– Sêo Inácio (ou O cinema do imaginário) (2014) de Helio Ronyvon / Documentário / 13’29” / Natal-RN / UFRN
– O Muro é o Meio (2014) de Eudaldo Monção Jr. / Documentário / 15’15” / Aracaju-SE / UFS
– O dia que ele decidiu sair (2015) de Thamires Vieira / Documentário / 17′ / Salvador-BA / UFRB
– DALVA (2015) de Joel Schoenrock / Documentário / 17′ / Curitiba-PR / Unespar campus II FAP
– Todos os Sentidos (2015) de Fabrício Alves / Documentário / 19’11” / Fortaleza-CE / UFC

19h – SESSÃO DE FICÇÃO
– Fio-terra (2015) de Ian Capillé / Ficção / 19′ / Rio de Janeiro-RJ / UFF
– O Porão (2014) de Lucas Furtado / Ficção / 15′ / Porto Alegre-RS / UNISINOS
– Resumen (2015) de Mauricio Ferreira / Ficção / 10′ / Foz do Iguaçu-PR / UNILA
– Elegia (2015) de Mariana Costa / Ficção / 13′ / Juiz de Fora-MG / UFJF
– Muriel (2015) de Vanessa Cavalcante / Ficção / 18′ / Fortaleza-CE / UFC

SÁBADO (28/11/2015)
19h PREMIAÇÃO DAS CATEGORIAS COMPETITIVAS E MENÇAO HONROSA

DOMINGO (29/11/2015)
10h – MOSTRA DOS FILMES PREMIADOS DE CADA CATEGORIA

SERVIÇO:
TORÓ – 1° FESTIVAL AUDIOVISUAL UNIVERSITÁRIO DE BELÉM
Data: 24 a 29 de Novembro de 2015
Local: Sesc Boulevard (Avenida Boulevard Castilho França, 522/523 – em frente a Estação das Docas)
ENTRADA FRANCA

Fonte: http://nupaufpa.wix.com/festivaltoro

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Filme do mês // Set.2015 – “Por terra, céu e mar” de Hilton Silva

Documentário que conta a história dos ex-combatentes paraenses na Segunda Guerra Mundial a partir de depoimentos e imagens históricas. O filme se iniciou com uma pesquisa para a dissertação de mestrado em Antropologia (IFCH-UFPA) de Helton Souza, com orientação de Hilton Silva, e se desdobra em livro e documentário que captou mais de 18 horas de material inédito com relatos desses paraenses que se envolveram de diversas formas no maior conflito da história da humanidade. Um capítulo pouco estudado e conhecido da nossa história que ganha com esse filme um estudo fundamental.

Image3POR terra, céu e mar: histórias e memórias da Segunda Guerra Mundial na Amazônia. Direção geral e roteiro: Hilton P. Silva. Direção de video: Hilton P. Silva, Alan Rocha. Direção executiva: Elton Souza. Produção executiva: Hilton P. Silva, Alan Rocha, Elton Souza. Arte e edição: Renan Malato. Câmera: Alan Rocha. Belém. 2013. 26 min. Cor. Son. Filmado em HDV. Fonte de consulta: DVD do autor.

 

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MOSTRA MARCIO BARRADAS: UMA DÉCADA DE CINEMA INDEPENDENTE

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No dia 29 de setembro deste mês, no Teatro Cláudio Barradas, acontecerá a “Mostra Márcio Barradas: uma década de cinema independente”, que apresentará parte significativa da trajetória do cineasta. É a oportunidade de desmistificar a ideia de que não se produz cinema por estas bandas e aprender um pouco como a Mairí Produções realizou 9 sonhos a partir de seu próprio esforço.
Tudo começou em 2005, com “Coração roxo”. Desde seu primeiro manifesto experimental, o autor nos apresenta um cinema que busca, com generosidade e firmeza, tanto a descoberta genuína da forma de cada filme a partir de seu contexto de produção (e nesse percurso, o encontro do estilo) quanto a afirmação da gravidade de se posicionar politicamente (a partir dos temas, argumentos e vozes que se escolhe registrar). Como é natural no Brasil desde Humberto Mauro, Márcio Barradas é mais um desses cineastas entre a ficção e o documentário. Em qualquer dos gêneros encontra o outro: na ficção traz o contexto, no documentário encara a fantasia. Da ilha do Mosqueiro – a ilha-mãe da Belém Insular – fez retratos únicos através de diferentes processos de captura e revelação. “O Mastro de São Caralho”, por exemplo, é destes “docs câmera na mão” a perambular pela manifestação, registrando o calor do momento e os grandes discursos de notáveis sátiros da margem suburbana. “A poeta da praia” já é ficção sob a luz da lua, gestada no estômago magoado de uma andarilha das praias, que será perseguida pela intolerância e pela violência, arcanos da crueldade, que também estão presentes na adaptação de Schultheiss/Bukowski em “Os comparsas”. Se cada um vai por um furo todos chegam à Mosqueiro.
“O cinema são todos os caminhos”, dizia Glauber Rocha, e se Márcio Barradas é, por excelência, a figura do cineasta insulado, inundado de água por todos os lados, a potência de sua obra se erige profunda sob estas condições. No próximo dia 29 nos é dada a oportunidade deste panorama, ouvir o eco deste cinema, que atravessa a baía trazendo seus fantasmas. Além da presença do autor, a grande surpresa da programação será a estreia de sua nova obra “Tony, o poeta de Icoaraci”, documentário intimista, recorte de poesia e política em justaposição e conflito, bem ao estilo “montagem de atrações” já caro ao autor em outras obras.


Com o objetivo de discutir as confluências entre cinema, arte e tecnologia e as artes cênicas o Projeto de extensão Cineclube ETDUFPA é coordenado pelo professor Ramiro Quaresma, com a colaboração dos professores Paulo de Tarso e Jorge Torres, e dos bolsistas Elise Vasconcelos, Mateus Moura e Cléber Cajun, em uma realização da Escola de Teatro e Dança, Teatro Universitário Cláudio Barradas, Instituto de Ciências da Arte e UFPA, com apoio da Cinemateca Paraense e Associação Paraense dos Jovens Críticos de Cinema. O evento é uma atividade de greve.

Mostra Barradas
Programação:
Curadoria : Mateus Moura

Coração roxo. 2005. 8 min.
O mastro. Doc. 23 min.
A poeta da praia. Ficção 2008. 28 min.
Os comparsas. Ficção. 2011. 16 min.
Tony, poeta de Icoaraci. Doc. 2015. 28 min.

SERVIÇO:
“Mostra Márcio Barradas: uma década de cinema independente”
Data: 29 de Setembro de 2015 Hora: 18h
Entrada franca
Local: Teatro Universitário Cláudio Barradas, localizado na Rua Jerônimo Pimentel, 546 (esquina com D. Romualdo de Seixas) no bairro Umarizal, em Belém.

VI Mostra de Cinema da Amazônia

11243913_1655059041402948_4299471709657978571_nA VI Mostra de Cinema da Amazônia acontecerá em quatro importantes cidades da Amazônia brasileira: Belém, Bragança, Manaus e Rio Branco. Nesta edição o evento ampliou-se para além das exibições, incluindo a realização de oficinas, palestras, debates, encontros e lançamentos de filmes da Amazônia brasileira e internacional. Tudo acontecerá em espaços diversos, desde salas de cinema e teatros, a escolas públicas, universidades, institutos culturais e centros comunitários.

De 14 a 20 de setembro, em Belém, acontecerão três oficinas de audiovisual nas E.E.E.F’s Albanísia de Oliveira, Anísio Teixeira e Frei Daniel, à partir de uma parceria da Mostra de Cinema da Amazônia com o projeto Biizu da Secretaria de Comunicação do Estado do Pará, onde atingiremos 60 jovens, e os filmes resultados destas oficinas serão exibidos na programação oficial da Mostra. Ainda em Belém, o belo e centenário Cinema Olympia recebe por três dias uma programação especial de curtas metragens amazônicos destinada a estudantes de escolas públicas. A Universidade Federal do Pará também recebe algumas das programações da Mostra através de uma parceria com a Faculdade de Audiovisual e a Escola de Teatro e Dança da Universidade, e assim atingiremos uma grande quantidade de universitários durante todos os dias de sua realização nos auditórios da FAV e da Escola de Teatro.

Nesta mesma semana, na cidade de Bragança, acontecerão exibições no Instituto AMA (espaço destinado a projetos sociais e culturais para jovens do nordeste paraense), no Museu da Marujada, além de uma exibição pública na Praça da Bandeira.

Em Manaus a Mostra acontece no Cine Silvino Santos e nos Cine Teatros Comandante Ventura e Aldemar Bonates, atingindo os mais diferentes públicos, de crianças e jovens a adultos e idosos. Em Rio Branco a Mostra volta a acontecer no Teatro Recreio, e por três dias a capital acreana terá a oportunidade de entrar em contato com o melhor da produção audiovisual amazônica dos últimos quinze anos. Entre 21 e 27 de setembro, em Belém, acontece a programação principal da Mostra no Cine Líbero Luxardo, onde serão exibidos 20 curtas metragens, 24 documentários e 22 videoclipes. Durante todos os dias acontecerão encontros com realizadores, palestras de produtores, lançamentos de filmes e mesas redondas com diferentes profissionais do cinema nacional. Este ano contaremos com a ilustre participação dos produtores Maurício Ramos (diretor da SP Cine, conselheiro do FSA e produtor executivo do cineasta Walter Salles) e Katia Ludemann (diretora da UnBlock Content e produtora audiovisual). Também teremos a participação de Saleyna Borges (diretora da Amazonas Film Comission) e de alguns diretores e realizadores locais lançando seus filmes no evento, como é o caso de Fernanda Britto e Lou Spinelli que lançam o documentário “Sombras de Um Rio”, Eduardo Souza lançando “Olhos d’Água – Da Lanterna Mágica ao Cinematographo” e Adriano Barroso que lança o documentário “Ópera Cabocla”.

O projeto é realizado pelo Instituto Cultural Amazônia Brasil, tem o patrocínio do Banco da Amazônia e do Ministério da Cultura através do edital Amazônia Cultural, e conta com os apoios da Fundação Cultural do Pará, Fundação Cultural do Município de Belém, Prefeitura de Bragança, Secretaria de Cultura do Estado do Acre, Universidade Federal do Pará, Amazonas Film Comission, Cine Olympia, Projeto Biizu, Instituto Ama, Festival de Cinema Pachamama, Sabor Selvagem e Revista PZZ.

A Amazônia e a Segunda Guerra Mundial na Sala de Cinema

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Exibição do documentário “Por terra, céu & mar” e bate-papo com os realizadores.

Nenhum acontecimento histórico foi tão documentado e filmado, em todos os formatos, quanto a Segunda Guerra Mundial. São milhares de filmes e imagens que abordam o conflito, o maior acontecimento bélico da história da humanidade, com milhões de mortos em batalhas na Europa, África, Ásia e Oceania. Predominantemente os filmes são sobre a participação Norte Americana e Britânica, pois a história sempre é contada pelos vitoriosos. Um fato pouco difundido é que muitos brasileiros também foram lutar na Grande Guerra, com a Força Expedicionária Brasileira, e entre eles muitos Amazônidas, inclusive paraenses.

O impacto de ter participado da Guerra na longevidade foi o problema principal da pesquisa de mestrado em Saúde, Sociedade em Endemias na Amazônia da UFPA, orientada pelo Prof. Dr. Hilton P. Silva, realizador do filme e autor do livro junto com Elton Sousa, Murilo Teixeira e Samuel Mendonça. Ele diz “Elton, na ocasião, estava em busca de um tema para sua dissertação, e como ele é professor de educação física e também um aficionado pela Segunda Guerra Mundial, discutimos o assunto à partir de uma reportagem de jornal sobre os Ex-combatentes de Belém. Decidimos, então, conversar com os pracinhas e tentar compreender o porquê deles não quererem mais desfilar, se seria uma questão de saúde, em função da idade avançada, ou se seriam questões sociais ou políticas, envolvendo outros aspectos antropológicos. A dissertação enfocou as questões de saúde, mas percebemos que os pracinhas estavam carentes de reconhecimento e se sentiam desrespeitados em sua história. Daí surgiu a ideia do livro e do filme”

Pracinhas em 2011

O filme e o livro, são importantes documentos históricos para se conhecer os pracinhas paraenses e amazônidas, que atravessaram o oceano Atlântico para lutar uma guerra que muito pouco compreendiam, mas que mudaria os rumos da humanidade. Os realizadores fizeram mais de 18 horas de entrevistas com os ex-combatentes para este importante projeto, que ainda pode gerar desdobramentos futuros e colaborar para o não esquecimento desses bravos homens, que contribuíram na derrota dos Nazistas em solo italiano.

De acordo com o idealizador e curador da Cinemateca Paraense, o Prof. Ms. Ramiro Quaresma (ETDUFPA-ICA-UFPA) o “projeto é uma grande contribuição para a preservação da memória das pessoas simples que fazem coisas grandiosas e que pouca gente conhece, vai além do documentário para se tornar um patrimônio audiovisual”.

O “Sala de Cinema” é uma realização da Cinemateca Paraense, que tem curadoria de Ramiro Quaresma, coordenação museológica de Deyse Marinho, e nesta segunda edição tem o apoio da Revista PZZ e da Editora Paka-Tatu. Na ocasião estarão disponíveis para venda o livro e o DVD.

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Serviço:

Sala de Cinema / Cinemateca Paraense

Filme: “Por Terra, Céu & Mar: histórias e memórias da 2ª Guerra Mundial na Amazônia”, 23 min., Belém-PA, 2013.

Convidados: Prof. Dr. Hilton P. Silva, IFCH-UFPA e Prof. Ms. Elton Sousa (FEF-CUNCAST/UFPA)

Quando: 16 de Setembro, quarta-feira, às 19h.

Onde: Trav. Frutuoso Guimarães, 602. Campina.

Informações: 91 983823559 (Ramiro Quaresma)

Cinemateca Paraense entre os finalistas da 28ª Edição do Prêmio Rodrigo Melo e Franco/IPHAN

12003284_903620643039546_1525539287179458316_nO site Cinemateca Paraense ficou entre os 57 finalistas, entre 234 inscritos, da 28ª Edição do Prêmio Rodrigo Melo e Franco/IPHAN, sendo um dos 4 representantes do Estado do Pará, juntamente a ações de Restauração e Conservação Igreja do Carmo, na mesma Categoria I e a Semana do Patrimônio Paraense e Ginga e Resistência na baixada, na Categoria II. O projeto foi indicado por sua importância e relevância como consta na ata da Comissão Nacional do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade que se reuniu os dias 28 e 29 de julho, em Brasília, na Sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), para escolher os oito vencedores. Não fomos premiados, estar entre os mais importantes projetos de patrimônio histórico e cultural do Brasil foi uma grande honra e deu força pra continar nosso trabalho.