“Breve história do cinema paraense”

Sessão 02 – Dia 13 de outubro (terça-feira), às 19 horas

“Breve história do cinema paraense”

Convidados:

JANUÁRIO GUEDES

É diretor e roteirista de cinema, vídeo e TV; jornalista; mestre em Comunicação pela UFRJ; professor universitário, Conselheiro da CNIC/MinC – 2009/2012; assessor da presidência da Fundação de Telecomunicações do Pará – 2007/2008.
Em cinema e vídeo, realizou entre outros trabalhos: A Outra Margem do Olhar”, curta metragem, documentário-ficção, 35 mm (direção e roteiro); “Belém aos 80”, de Alan Guimarães, longa metragem, documentário, vídeo, 2007 (argumento e entrevistas); “Círio de Nazaré”, média metragem, documentário, vídeo, produção do IPHAN, 2001 (co-direção e roteiro); “Belém, Metrópole das Luzes”, curta metragem, documentário, vídeo, 1998 (co-direção e roteiro);“Carro dos Milagres”, de Moises Magalhães, curta metragem, ficção, 16 mm (direção de produção); “Ver-O-Peso”, curta metragem, documentário-ficção, 16 mm, 1984 (direção e roteiro); “Bye, Bye, Brazil”, de Cacá Dieguez, longa metragem, ficção, 35 mm, 1979 (coordenador local de produção em no Pará)

RAMIRO QUARESMA

Doutorando em Artes/ Cinema EBA-PPGArtes – UFMG (2019). Professor do Instituto de Ciências da Arte – UFPA (2014-2019) lecionando nos cursos de Cinema e Audiovisual e Produção Multimídia. Documentarista. Artista visual. Curador independente/ pesquisador de artes visuais / artemídia e cinema. Mestre em artes pelo PPGArtes-ICA-UFPA e formado em Comunicação Social – UNAMA. Idealizou o blog Cinemateca Paraense (Cinema). Realizou em 2013 e 2014 a Semana de Preservação do Patrimônio Audiovisual.

Mediador:

HEITOR BENJAMIM CAMPOS

Sociólogo e coordenador do Cine Darcy. Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense; Mestre e Doutor em Sociologia Política pela Universidade Estadual do Norte Fluminense. Atualmente, bolsista de pós-doutorado do Programa de Pós-graduação em Políticas Sociais da Universidade Estadual do Norte Fluminense.

Links:

Facebook: https://cutt.ly/PgoCi3y

Youtube: https://cutt.ly/qgoCoQg

CARTA ABERTA EM DEFESA DO CENTRO TÉCNICO AUDIOVISUAL E DA CINEMATECA BRASILEIRA 


CARTA ABERTA EM DEFESA DO CENTRO TÉCNICO AUDIOVISUAL E DA CINEMATECA BRASILEIRA 
No dia 07 de agosto de 2020, a Secretaria do Audiovisual (SAv), vinculada ao Ministério do Turismo, recebeu as chaves da Cinemateca Brasileira. Desde então, mesmo após encontros com associações do setor e promessas de resolução do impasse administrativo, os rumos da instituição permanecem incertos e o acervo segue desprotegido. No dia 16 de setembro, Edianne Paulo de Abreu foi nomeada para a Coordenação Geral do Centro Técnico Audiovisual (CTAv), entidade federal também vinculada à SAv. As duas entidades pertencentes ao Ministério do Turismo, responsáveis pela preservação do patrimônio audiovisual brasileiro estão com as suas estruturas de gestão fragilizadas. De um lado, um órgão público sem comando especializado, nem recursos para gerir o maior acervo audiovisual do país; de outro, uma instituição que passa a ser comandada por uma profissional sem conhecimento e preparo técnicos específicos para gerir um órgão com tamanha complexidade e importância.

O CTAv foi criado em 1985, a partir de um acordo de cooperação técnica entre a Embrafilme e o National Film Board do Canadá, com a missão de apoiar, capacitar, difundir e preservar o audiovisual brasileiro. Desde então, o CTAv apoia a produção de filmes e séries com cessão de equipamentos de filmagem e finalização, além de alguns serviços, em parcerias estabelecidas através de editais. Seu valioso acervo audiovisual inclui materiais que remontam aos anos 1930 e é constituído por cerca de 6 mil títulos e 30 mil rolos de filmes, além de 20 mil negativos fotográficos e quase 2 mil cartazes. Entre as obras, a maior parte da filmografia do pioneiro Humberto Mauro e clássicos da animação brasileira. A nova reserva técnica, lançada em 2013, possui os parâmetros climáticos ideais para a conservação de filmes e tem capacidade para 100 mil rolos. Sua existência é fundamental para a comunidade audiovisual e, devido às suas competências específicas, a instituição precisa ser comandada por profissional com experiência no setor.  

As associações aqui subscritas vêm manifestar enorme preocupação com os rumos tomados pela Secretaria do Audiovisual em relação aos órgãos responsáveis pela preservação do patrimônio audiovisual brasileiro e pelo apoio à produção independente. Produtores, cineastas, artistas, curadores, pesquisadores e programadores de salas e mostras de cinema dependem do acesso a esses acervos e instituições para a continuidade de seus trabalhos. Não é somente a preservação audiovisual que se fragiliza neste momento, mas toda a cadeia da produção audiovisual brasileira se vê em risco. A ausência de ações concretas para a resolução do vácuo administrativo da Cinemateca Brasileira e a nomeação de uma coordenadora sem experiência para a gestão do CTAv fragilizam o audiovisual brasileiro.

Em um Estado democrático de direito, as políticas públicas devem ser formuladas com o setor produtivo e a sociedade civil – e jamais estar a reboque de interesses eleitorais. Defendemos, portanto, a importância de um princípio fundamental da gestão pública: a necessidade de nomeações de caráter técnico para órgãos públicos, com o reconhecimento das características técnicas, administrativas e culturais das instituições vinculadas ao audiovisual brasileiro e do mérito dos profissionais especializados da área.
São Paulo, 21 de setembro de 2020. 

ABPA – Associação Brasileira de Preservação Audiovisual

ABRACI – Associação Brasileira de Cineastas

APAN – Associação dxs Profissionais do Audiovisual Negro

ABRACCINE – Associação Brasileira de Críticos de Cinema

SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema

ABCA – Associação Brasileira de Cinema de Animação

ANDAI – Associação Nacional Distribuidores Independentes

API – Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro

ABD-SP – Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas de São Paulo

ABD-DF- Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas do Distrito Federal 

ABD-GOIÁS – Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas de Goiás

APTC-RS – Associação Profissional de Técnicos Cinematográficos do RS 

SOS Cinemateca-APACI – Associação Paulista de Cineastas

Movimento Cinemateca Acesa

ABCV – Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo

STIC – Sindicato Interestadual dos Trabalhadores na Cinematográfica e do Audiovisual – RJ

SINDCINE – Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Cinematográfica e do Audiovisual dos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins e Distrito Federal

SIAESP – Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de São Paulo

DOSSIÊ LÍBERO LUXARDO #01

“O Reflexo do Lago”, de Fernando Segtowick, na Seleção Oficial do Festival do Filme Etnográfico Jean Rouch

AMAZÔNIA DOC 6: FILMES SELECIONADOS

O festival Amazônia Doc divulgou os filmes selecionados para sua sexta edição. Os documentários paraenses “Jaburu” de Chico Carneiro, “Mestre Cupijó e seu ritmo” de Jorane Castro e “Transamazonia” de Debora Mcdowell, Bea Morbach e Renata Taylor, entre os longas/médias, e “Ari y Yo” de Adriana Faria, na categoria de curtas, estão entre os selecionados. O festival em sua sexta edição acontecerá este ano em plataforma digital.

Longas/Médias: http://www.amazoniadoc.com.br/selecionados#longa
Curtas: http://www.amazoniadoc.com.br/selecionados#curta

DIVULGAÇÃO – Cinema 360 | 360 dias, 360 bolsas, 7 cursos, 24 estados brasileiros

Cinema 360 | 360 dias, 360 bolsas, 7 cursos, 24 estados brasileiros

Projeto prevê a distribuição de 90 bolsas de estudo em cursos na área do audiovisual para região Norte – cursos acontecem em setembro e outubro de 2020

#Cinema360AIC

A Academia Internacional de Cinema (AIC) está com inscrições abertas para o programa de bolsas referentes ao projeto AIC ONLINE – Formação Audiovisual para Todo o Brasil, selecionado no edital SAV/MINC/FSA Nº 13/2018 e apoiado pela ANCINE – Agência Nacional do Cinema, FSA –  Fundo Setorial do Audiovisual, BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, Ministério do Turismo e CTAV/SAV- Centro Técnico Audiovisual.

São 360 bolsas de estudo integrais para 7 cursos online da AIC distribuídas ao longo de um ano. O programa é dividido em quatro etapas que cobrem todas as regiões do país, beneficiando residentes de 24 estados Brasileiros, mais Distrito Federal.

A primeira etapa começou na região Centro-Oeste, onde mais de 650 pessoas se inscreveram para participar do programa de bolsas.

A segunda etapa do projeto cobre a região Norte, onde também serão oferecidas 90 bolsas para os cursos de roteiro, direção cinematográfica, produção, produção executiva, trilha sonora, edição e assistência de direção. As inscrições podem ser feitas de 22 de junho a 31 de julho, no site da AIC.

Para participar, o interessado deve residir em uma das regiões priorizadas no projeto, ter renda máxima declarada de até 5 salários mínimos, ter acesso à internet e computador para as aulas, ter, no mínimo, 17 anos e ter concluído ou estar cursando o último ano do ensino médio.

O projeto AIC ONLINE foi um dos quatro vencedores de uma concorrência pública lançada pela ANCINE em 2018, voltada para fomento da educação audiovisual. Para a AIC, que além dos conhecidos cursos presenciais em suas unidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, vem desenvolvendo uma metodologia EAD específica para o ensino audiovisual, com cursos online desde 2017, “o incentivo vem precisamente num momento em que se torna cada vez mais evidente a necessidade de se investir em educação à distância, em especial num país de grande extensão territorial e desigualdades sociais como o nosso. Sabíamos que poderíamos fazer a nossa parte, e arregaçamos as mangas. Montamos um programa capaz de ter um impacto real de forma coordenada e com alcance nacional.”, diz Flávia Rocha, Diretora de Comunicação da AIC.

Além de contribuir para a formação de novos profissionais, o objetivo é também cultivar elementos técnicos para que esses novos profissionais possam expressar conteúdos que reflitam não só suas aspirações pessoais, mas também as suas realidades regionais, já que o audiovisual é uma ferramenta importante de comunicação e representatividade cultural.

Para conhecer mais detalhes sobre o programa, o processo seletivo para as bolsas e se candidatar, leia aqui o REGULAMENTO.

Sobre a Academia Internacional de Cinema (AIC) 

HÁ 15 ANOS FORMANDO PROFISSIONAIS PARA O AUDIOVISUAL

 

Em 2019 a AIC celebrou 15 anos, com uma história que acompanha o crescimento do mercado audiovisual

Com sedes em São Paulo e no Rio de Janeiro, além de Cursos Online, a Academia Internacional de Cinema (AIC) é reconhecida pela excelência demonstrada em mais de 3200 filmes produzidos por seus alunos. A escola oferece cursos livres no período das férias e durante o semestre, além de cursos técnicos e de formação profissional.

A metodologia combina teoria e prática, desenvolvendo nos alunos habilidades para atuar no mercado, com técnica e criatividade. O corpo docente é formado por professores-realizadores.

 A escola também realiza vários eventos e palestras abertas ao público, proporcionando uma série de discussões sobre o audiovisual.

Para saber mais acesse:

 

Contatos Assessoria de Imprensa

Wanessa Botelho: (63) 92286013 (Brick Comunicação)

 

Contato direto Comunicação da AIC

Daniele Castro – daniele.castro@aicinema.com.br (21) 99805-8786

Mônica Wojciechowski – monicaw@aicinema.com.br (21) 97386-022

((TEXTO DE DIVULGAÇÃO))